Os casos tiveram origem em dados coletados pela própria Polícia Federal e estão relacionados ao compartilhamento ou disponibilização de arquivos ilícitos em redes internacionais. Em um dos casos, contou-se com a colaboração do Federal Bureau of Investigation (FBI), no âmbito da força-tarefa internacional de combate a crimes contra crianças.
O preso em flagrante, nessa data, consta na lista do FBI dos Estados Unidos e da Internet Crimes Against Children (Icac) como integrante dos 100 maiores distribuidores de arquivos de pornografia infantojuvenil do mundo por meio de redes P2P.
(Informações da PF)

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